Um médico psiquiatra de Dourados registrou um boletim relatando um incidente em seu consultório na Vila Progresso. Ele afirma que a mãe e a irmã de uma paciente compareceram ao local e insistiram em obter informações confidenciais sobre o tratamento.
Segundo o médico, ao tentar explicar os limites éticos e legais, uma das visitantes se mostrou agressiva. Além disso, o psiquiatra relata que, ao solicitar a saída das mulheres do consultório, recebeu ameaças sobre possíveis consequências com os filhos e a paciente, caso algo acontecesse.
O médico ressaltou que não houve quebra de confidencialidade durante o episódio, apesar das acusações feitas pelas visitantes. Ele optou por não representar criminalmente contra as autoras do incidente, utilizando o registro apenas como resguardo.