No dia 9 de abril de 2026, um médico psiquiatra relatou um incidente em seu consultório em Dourados, onde a mãe e a irmã de uma paciente insistiram em obter informações confidenciais. O médico relatou que ao tentar explicar os limites éticos, enfrentou uma atitude agressiva da irmã.
Durante o confronto, a mãe da paciente teria ameaçado responsabilizar o médico caso algo ocorresse com a filha ou os netos. A irmã ainda acusou o médico de quebrar a confidencialidade, o que foi negado no relato.
O médico, porém, optou por não representar criminalmente, registrando a ocorrência apenas para fins de resguardo.